quarta-feira, 30 de março de 2011

Mais equipamento a preço fixo



Punto 'My Life' inaugura nova política de preços da Fiat

O novo Fiat Punto “My Life” apresenta-se com um novo estilo, mais equipado de série e inaugura uma nova política que a marca designa por “Preço Transparente”. Ou seja, o preço anunciado é aquele que o cliente vai pagar: “Sem condicionantes, sem obrigações contratuais adicionais! A pronto ou a crédito, com ou sem carro para troca, o preço não muda porque a promoção é sempre válida”, garante a Fiat. Onovo Punto “My Life” encontra-se disponível com carroçaria de 3 ou 5 portas, com motores a gasolina e diesel. Exteriormente, a nova versão distingue-se pelos elementos preto brilhante “piano black” dos pára-choques e dos montantes, pelos puxadores e retrovisores pintados na cor da carroçaria e pela moldura escurecida dos grupos ópticos anteriores e posteriores. A mesma exclusividade caracteriza os interiores, onde sobressaem os elementos desportivos no tablier em material ‘soft touch’ preto perfurado e o tecido exclusivo “My Life” preto e cinzento. A gama é composta pelas motorizações 1.2 8v de 69 cv a gasolina e turbodiesel 1.3 16v Multijet de 75 cv, ambos equipados com sistema Start&Stop de série. Esta nova versão propõe, de série, conteúdos importantes no campo da segurança (airbags anteriores e de janela que protegem também os passageiros dos lugares posteriores, ABS + EBD, e Brake Assisted System). Para proporcionar o máximo conforto e bem-estar, a nova gama "My Life" do Fiat Punto oferece, de série, ar condicionado de comando manual, GPS Blue&Me TomTom com ‘kit’ de mãos livres e compatível com o iPhone 4, com porta USB e My Port de série, auto-rádio com CD e Mp3, compatibilidade com iPhone 4, telecomando de abertura das portas, banco do condutor regulável em altura e volante regulável em altura e profundidade. Tudo de série e por 12.000 euros (versão 1.2 de 69 cv. 3 portas), quer o cliente tenha carro para trocar ou não, se o quer adquirir a pronto ou a crédito.



Electric Tour mostra iOn


A Peugeot Portugal e o MOBI.E, entidade coordenadora da Rede de Mobilidade Eléctrica, avançam, em parceria, com o projecto “Electric Tour”, o primeiro 'roadshow' de automóveis eléctricos, que irá percorrer 25 cidades do território nacional até 28 de Maio. Para além de Lisboa, Cascais (30 e 31 de Março), Sintra (1 e 2 de Abril), Loures (nos dias 4 e 5 de Abril) e Almada (a 6 e 7) serão as localidades que integram a fase piloto da rede para a mobilidade eléctrica que acolhem a iniciativa. Os novos Peugeot iOn estarão disponíveis para ensaio, de forma a criar uma experimentação real do automóvel eléctrico e das potencialidades da rede de abastecimento. Haverá um percurso definido para o 'test-drive' e a experimentação do sistema de carregamento.As inscrições realizam-se no local do evento. A rede MOBI.E é a única a nível mundial que permite, através deumúnico cartão, carregar o veículo eléctrico, escolher o ponto de abastecimento que mais lhe convém, monitorizar o carregamento através do PC, telemóvel ou PDA e ainda pagar o seu consumo eléctrico, o parqueamento ou outros serviços associados à mobilidade eléctrica. Este 'roadshow' estará a cargo do iOn, o primeiro carro de emissões zero da Peugeot, já disponível no mercado nacional.Veículo urbano de eleição, o iOn permite viver a cidade de forma diferente e durável, sem ruídos, emissões, com custos de utilização muito baixos e inserindo-se facilmente no trânsito, graças às acelerações rápidas e eficazes.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Sensual e muito atrevido




Peugeot RCZ 1.6 THP justifica título de ‘Desportivo do Ano’


Recentemente eleito como Desportivo do Ano pelo júri do Troféu Essilor Volante de Cristal, perante rivais de luxo, como o Honda CR-Z, o Renault Mégane RS 2.0T, o Subaru Impreza WRX STI 2.5 e o Volkswagen Scirocco R, o Peugeot RCZ 1.6 THP 200 cv é, de facto, um modelo de excepção dentro da sua classe. As linhas atléticas e o estilo coupé que exibe não o deixam passar despercebido onde quer que seja, conforme pudemos comprovar durante os quatro dias de teste à versão de topo desta gama. Em qualquer paragem, o RCZ atrai olhares e desperta comentários. Chegámos mesmo a deparar com uma “multidão” de “eles e elas” à volta de um “leão” que justifica bem o epíteto de rei... da estrada.
De facto, para além do irrepreensível design, de silhueta arqueada, frisos em alumínio e óculo traseiro ondulado, este Peugeot destaca-se pela veia desportiva do motor 1.6 THP com turbo twin-scroll, resultante da parceria entre o Grupo PSA e a BMW. É capaz de uma velocidade máxima de 237 km/h e de chegar dos zero aos 100 km/h em apenas sete segundos. A sonoridade das acelerações acima das 4000 rpm desperta ainda mais atenções, mas o prazer supremo está reservado para quem tem o privilégio de conduzir este RCZ, desfrutando de uma experiência inesquecível, mercê de um binário de 275 Nm presente numa faixa alargada de regimes (entre as 1700 e as 4500 rpm).
Os 200 cavalos de potência desta motorização metem algum respeito e exigem “unhas” para os domar, muito embora, mesmo sem autoblocantes, não seja difícil a tarefa de manter este carro agarrado à estrada. Assente na plataforma do 308, o RCZ mostra grande estabilidade e adapta-se de forma quase elástica a estradas sinuosas e com curvas vincadas, como nos troços míticos da serra de Sintra por onde andámos.
Lá dentro, nota-se que a marca francesa aprumou-se para caprichar nos acabamentos, com o tablier revestido a “pele” e a inclusão de um relógio analógico ao centro a garantirem um toque de classe. Os bancos integrais dianteiros proporcionam alto nível
de conforto e estabilidade, mas os lugares traseiros são meramente simbólicos, pois dificilmente acomodam dois adultos. Porém, quem tem umRCZde 200 cv certamente não pensa em andar com a família atrás...
E se a qualidade do RCZ justifica na plenitude o título de Desportivo do Ano, quando falamos de preços percebemos a razão da escolha dos 18 jurados da iniciativa das revistas Volante e Autosport. 33 mil euros por um carro deste calibre é garante de uma excelente relação entre valor e qualidade.
Paulo Parracho

quarta-feira, 16 de março de 2011

Um híbrido mais acessível




Novo Honda Jazz estreia tecnologia IMA no segmento B
Pela primeira vez, a tecnologia híbrida, que combina um propulsor de combustão com um motor eléctrico alimentado por baterias, chega ao segmento B, através do novo Honda Jazz.
A par com a nova versão revista do Jazz a gasolina, o Jazz Hybrid tem as mesmas funcionalidades do veículo convencional, com a natureza compacta do sistema IMA da Honda a permitir manter os já conhecidos "Bancos Mágicos" ultra-flexíveis e 300 litros de capacidade de espaço da bagageira.
Este novo modelo está equipado com o mesmo sistema híbrido do modelo Insight, utilizando a mesma combinação de motor 1.3 litros i-VTEC e motor eléctrico. No Jazz, o sistema IMA está combinado com uma transmissão CVT, originando emissões de apenas 104 g/km de CO2, um dos valores mais baixos entre os veículos de transmissão automática do segmento B.
O consumo de combustível é de apenas 4,5 l/100 km, no ciclo urbano combinado. Sendo um híbrido a gasolina-electricidade, esta nova derivação também apresenta níveis ultrabaixos nas outras emissões de escape e não apenas nas emissões sujeitas a impostos.
Visualmente, o Jazz Hybrid distingue-se do resto da sua gama pelos faróis revistos e que incorporam molduras cromadas azuis, pelas luzes traseiras transparentes, nova grelha dianteira cromada em azul, novo estilo de pára-choques e guarnição cromada da porta da bagageira. Este novo híbrido estará disponível numa gama variada de cores, para além do verde metalizado lima disponível por encomenda.
No interior do habitáculo, temos um visual refrescante, com o tablier mais escuro a uma cor, em forte contraste com a iluminação azul dos mostradores e da consola central. O novo híbrido também estará disponível com estofos em pele, a primeira vez num modelo Jazz na Europa.
O tablier apresenta uma versão da função de Assistência à Condução Ecológica, que recorre à iluminação ambiente do velocímetro para aconselhar o condutor relativamente ao impacto que o seu estilo de condução tem sobre os consumos de combustível.
Na sua versão de entrada na gama (Confort), este Jazz híbrido custa apenas 19 250 euros e já apresenta um excelente nível de equipamento.

Para mais informações:

http://www.jornaldaregiao.pt/blog_auto/Jazz_Petrol_2012.pdf
http://www.jornaldaregiao.pt/blog_auto/Jazz_Hybrid_2012.pdf


quinta-feira, 10 de março de 2011

Carrinha com lugar para sete









Nova Mazda 5 estreia motor 1.6. Perde em potência mas ganha nos consumos e... no preço

Apresentado, não como um monovolume compacto de sete lugares, mas como uma carrinha de nível superior, o novo Mazda 5 alinha pela estratégia de cortar na cilindrada e na potência das motorizações para ganhar a batalha das reduções de consumos e emissões, com reflexo no preço final ao consumidor. Assim se explica a opção da marca nipónica de trocar o motor Diesel 2.0 de 143 cv pelo 1.6 MZ-CD, concebido e fabricado pela PSA, também utilizado pelo Ford C-Max, com apenas 115 cv.
Esta perda de potência poderá influenciar negativamente aqueles que procuram um carro ágil e desportivo, mas é certamente insignificante para o consumidor a quem é destinado este modelo, estritamente familiar. Até porque, o reverso da medalha assenta em consumos mais comedidos, 5,2 litros aos 100 km, em circuito combinado, e emissões de CO2 de apenas 138 g/km. Dada a influência destes dados na fatia de impostos que recai sobre o sector automóvel, a Mazda consegue, assim, apresentar um produto assente na fórmula da modularidade, por um preço abaixo dos 30 mil euros.
Ainda sobre o motor, a experiência que efectuámos incluiu apenas condução com duas pessoas a bordo, o que não dá para avaliar até que ponto o excelente binário do Diesel 1.6 MZ-CD (270 Nm), com boas recuperações a baixos regimes e uma suavidade exemplar, responde a maiores exigências com os sete lugares preenchidos.
De resto, diga-se que, lá dentro, o conceito SW (Superior Wagon) apregoado pela marca percebe-se pela utilização de um sistema apelidado de Karakuri, que eleva a versatilidade do (muito) espaço disponível, inclusive na terceira fila de bancos. As portas deslizantes facilitam, e de que maneira, a entrada da criançada e, sobretudo, de pessoas mais idosas ou com dificuldades de locomoção.
No capítulo da segurança, o Mazda 5 surge com seis airbags de série, controlos de tracção e dinâmico de estabilidade, bem como de assistência à travagem.
Diga-se que a versão base já inclui um excelente nível de equipamento, como os sensores de chuva e luz, sensores de estacionamento, jantes de liga leve de 17’’, ar condicionado automático, monitorização da pressão de pneus, entre muitos outros itens. Por 29 800 euros esta é, sem dúvida, uma excelente proposta para famílias... numerosas.
Paulo Parracho
Para mais informações:

quarta-feira, 2 de março de 2011

E o Carro do Ano é...


Ford C-Max conquista Troféu Essilor Volante de Cristal

O monovolume Ford C-Max é o Carro do Ano de 2011, distinção atribuída pelo Troféu Essilor Volante de Cristal, numa cerimónia em que também a BMWconseguiu arrecadar três troféus.
O prémio Carro do Ano/Troféu Essilor Volante de Cristal 2011, que visa distinguir o automóvel que melhor se adequa à realidade do mercado nacional, é atribuído por um conjunto de 18 jurados em representação de vários órgãos de comunicação social.
Numa cerimónia presidida pelo secretário de Estado da Energia e Inovação, Carlos Zorrinho, e por Francisco Pinto Balsemão, presidente da Impresa, proprietária das revistas AutoSport e Volante que organizam o evento, o Ford C-Max destrona assim o Volkswagen Polo, vencedor do ano passado. Na votação final acabou por ser o Ford C-Max a destacar-se "graças a uma gama forte e competitiva e os atributos muito homogéneos, como funcionalidade, habitabilidade, qualidade de construção, comportamento e mestrada e preços competitivos.
Para esta vitória não terá também sido alheia a vasta oferta de motorizações – económicas e modernas", refere a organização do troféu.
O evento Carro do Ano é organizado pelas revistas AutoSport e Volante e conta na comissão organizadora com a presença do Automóvel Clube de Portugal (ACP) e da Associação Automóvel de Portugal (ACAP).
Em termos de prémios por classes de automóveis, a BMW venceu em três das oito categorias: carrinhas (BMW 520 d Touring), todo-o-terreno (BMW X3 20d xDrive) e executivo (BMW 520 Sedan). A Citroën ganhou o utilitário do ano, com o DS3 HDi, enquanto que a Skoda conquistou o familiar do ano, com o Yeti 1.6 TDI.
O prémio de desportivo do ano foi para a Peugeot, com o seu RCZ 1.6 THP, e a Seat venceu o monovolume do ano com o Alhambra 2.0 TDI, produzido na fábrica da Autoeuropa.
O galardão Volante Verde foi ganho pelo Nissan Leaf, o automóvel completamente eléctrico e vencedor do carro do ano a nível internacional.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Mais carro, por menos dinheiro


Um SUV 4x4 pelo preço de um utilitário. Dacia Duster assume na perfeição conceito ‘low cost’ da marca do grupo Renault

Muito carro por pouco dinheiro. Que mais se pode pedir? De facto, o Dacia Duster interpreta na perfeição o conceito 'low cost' assumido pela marca romena do grupo Renault, já detentora de considerável sucesso comercial por essa Europa fora. Este é, pois, o SUV mais barato do mercado, com preços que variam entre os 18 350 euros, para a versão 1.5 dCi, de 85 cv e tracção dianteira, e os 24 mil euros do Confort Cuir 4WD, com motorização 1.5 dCi, de 110 cv. Há ainda uma versão de entrada, a gasolina (1.6 16V, de 110 cv, 4x2), por incríveis 16 350 euros.
Não tem os luxos nem a parafernália de equipamentos e a tecnologia de outros modelos, mas está lá o essencial. O rádio-CD ou o já elementar ESP (controlo de estabilidade) são pagos à parte e o ar condicionado, os faróis de nevoeiro, espelhos eléctricos, banco do condutor e volante reguláveis em altura e os quatro vidros com elevador eléctrico só surgem de série a partir do nível Confort (omais comercializado, com um preço 'canhão' na casa dos 20 mil euros). O nível Confort Cuir do 4WD testado pelo JRestá dotado de estofos, volante e punho das mudanças em couro, mas mesmo assim não chega aos 25 mil euros.
E se as versões 4x2 já haviam surpreendido pelas suas capacidades para enfrentar terrenos difíceis e pelo conforto oferecido em percursos estradistas ou urbanos, o Duster de tracção integral recomenda-se a quem, como nós, vê na prática do todo-o-terrenoum modo diferente de passar os tempos livres.
Com uma elevada distância ao solo (210 mm), bons ângulos de ataque (30º) e de saída (36º), o Dacia Duster mostra-se competente na transposição dos obstáculosmais difíceis, revelando a eficácia da embraiagem multidiscos que gere a repartição de binários
pelos dois eixos. Ou seja, galga quase tudo. Diga-se que o sistema de transmissão, comutável
para 4x2, Auto ou 'Lock', é herdado do Nissan Qashqai, o mesmo acontecendo com as suspensões e outros componentes mecânicos, mercê da aliança Renault-Nissan, sendo que o motor 1.5 dCi é o mesmo que podemos encontrar nos Clio, embora aqui com uma caixa de seis velocidades de relação curta.
“Pois, o motor de um Clio num SUV com vocação trialeira...”, questionam os mais cépticos. Porém, não é por falta de motor que o Duster perde pontos para a concorrência mais directa, assente em motorizações com o mesmo nível de potência, mas com preços superiores.
Em terra ou no asfalto, o bloco 1.5 dCi revela atributos surpreendentes e até nos consumos consegue equiparar-se ao conceito 'low cost' do Duster, com médias na casa dos 7,0 l/km, valor perfeitamente aceitável para um SUV de tracção integral. Sem dúvida, uma proposta a ter em conta...
Paulo Parracho

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Um Sportium com garra...



Peugeot melhora relação preço/equipamento da gama 207

Com preços muito competitivos, a mais recente versão da gama 207 da Peugeot oferece uma linha de equipamento aproximada das versões Sport. Daí a designação Sportium, que assenta como uma luva às características deste "leãozinho" que tanto sucesso tem alcançado para amarca francesa. Baseada nas versões Active ePremium e disponível nas carroçarias berlina (de 3 e cinco portas) e SW, esta nova opção para o 207 está associada a três motorizações amplamente conhecidas: 1.4 VTI de 95 cv (berlina e SW), 1.4 HDi de 70 cv (berlina) e 1.6 HDi de 92 cv (só na carrinha).
Foi precisamente esta últimamotorização diesel que tivemos ocasião de ensaiar, destacando-se nela todas as virtudes do 1.6 HDijá usado noutros modelos do grupo PSA.
Competente e ágil, mas também económico (consumos mistos anunciados de 4,2 litros/100 km para 110 g CO2/km – no teste em percurso misto conseguimos médias de 6 a 6,2 l/100 km), este motor merece rasgados elogios.
No exterior não passam despercebidos o pára-choques dianteiro com grelha cromada desportiva do tipo “GT” e faróis de nevoeiro integrados, o pára-choques traseiro na cor da carroçaria, as jantes de liga leve 15’’ Mónaco (16’’ Estoril na SW 1.6 HDi) ou os vidros escurecidos. Elementos de série que, no caso da SW, se combinam com o tecto panorâmico em vidro e as barras de tejadilho em cromado.
O interior desta nova versão remete também para elementos característicos das versões de topo, disponíveis de série, como a pedaleira e a soleira da porta em alumínio, o volante em couro ou o painel de instrumentos em fundo branco com contorno cromado, aos quais se juntam equipamentos como a ajuda ao estacionamento traseiro, o ar condicionado, o regulador e limitador de velocidade, o rádio CD MP3 WIP Sound e os bancos dianteiros reguláveis em altura.
Em opção propõe-se elementos como o ESP, o Pack Confort Sportium (sensor de luz e de chuva + pára-brisas atérmico), o WIPBluetooth e, exclusivamente para a berlina, o revestimento em meio-couro.
A versão SW 1.6 HDi 92 cv tem um preço-base na casa dos 22 mil euros, mas a berlina a gasolina tem preços a partir de 14 500 euros. Recomendável.
Paulo Parracho



Bruno Magalhães no Rali de Portugal


Está confirmada a presença da dupla Bruno Magalhães/Paulo Grave na edição deste ano do Rali de Portugal. A equipa da Peugeot Sport Portugal, que está a disputar o IRC (Intercontinental Rally Chalenge), estará assim na prova mais importante do calendário nacional de ralis, este ano com um apetecido início em Lisboa, com a Super Especial de abertura em frente ao Mosteiro dos Jerónimos, para depois prosseguir nas estradas de terra do Algarve e do Baixo Alentejo.
Bruno Magalhães prepara-se para a 11.ª primeira participação no Rali de Portugal e, ao volante do Peugeot 207 S2000, terá condições para fazer uma prova positiva, muito embora a discussão de posições com os pilotos dosWRC seja naturalmente difícil. Mas o piloto de Paço de Arcos tem objectivos concretos: "Vamos procurar o melhor resultado possível. O que passa por lutarmos pela 1.ª posição na categoria dos S2000, já que não é possível chegar aos WRC".
Depois da ausência em 2010, esta participação é vista com satisfação por toda a estrutura da Peugeot Sport. Para Carlos Barros, director desportivo da equipa, a meta é "conseguir o melhor resultado possível em termos de classificação geral".